Reclusa
A mente traz a força do mea-culpa,
Sinto o pesar de meus sentimentos.
Com a força atômica que me ocupa,
Que leva de mim o entendimento.
Sinto a pressão da força palma,
Que pressiona o centro do meu ser.
Um gosto amargo do fundo d’alma,
Preso em mim, por não saber por quê?
A explosão se faz em mim necessária,
Pra expandir a força em mim.
Sei que a potencia revolucionária
Leva a morte sem ser, em si, o fim.
Não se nasce sem pra si ter
morrido,
Até mesmo por puro egocentrismo.
O vasto espaço a ser transcorrido
Brilha a luz que livra do abismo.
Renascer é permitir-se morrer
Para o impulso vir aparecer,
Saber em si, a força vai solver
A carência contida em você.
Sílvio Feitosa Ferreira
25/02/2020

A arte para ser vivida!
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